segunda-feira, 23 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Governador de Pernambuco cria programa Chapéu de Palha da Pesca Artesanal
A inclusão dos pescadores e pescadoras no programa levou em consideração a situação econômica dessa população durante o inverno, quando as chuvas tornam a água turva e desfavorável para a atividade pesqueira. Também foi levada em consideração a queda do turismo, situação que não oferece à população alternativa de geração de renda.
Com a medida, o governador Eduardo Campos espera assegurar a geração de renda e a qualidade de vida da população afetada. Semelhante ao programa Chapéu de Palha, que concede auxílio financeiro e capacitação no período de entressafra para os trabalhadores da zona canavieira e da fruticultura irrigada. Os pescadores vão receber auxílio financeiro de R$ 242,00 durante o período de inverno.
A comunidade pesqueira também vai contar com cursos de alfabetização e de capacitação nas áreas de saúde preventiva, meio ambiente, geração de renda, cidadania, além de participarem de atividades relacionadas à preservação do meio ambiente.
Poderão se cadastrar no programa famílias em situação de pobreza, que tenham renda familiar de até R$ 70,00. Também serão beneficiadas as famílias com renda familiar mensal entre R$ 70,00 e R$ 140,00, que sejam compostas por gestantes ou mães que estejam amamentando.
Entre os municípios que serão atendidos estão: Bonito, Carpina, Venturosa, Belo Jardim, Riacho das Almas, Pesqueira, Brejo da Madre de Deus e Panelas.
FONTE: www.ugtpe.org.br
COMUNICADO
O Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais – MPP, conforme observado a morosidade do estado em dar resposta às reivindicações dos pescadores e pescadoras, como: Políticas de ordenamento e gestão da pesca, conforme diagnostico da Pesca Artesanal; Reivindicações dos pescadores/as contra os danos socioambientais e ecológicos provocados pelo porto de SUAPE; a interferência de setores do Governo de Pernambuco nos processos de criação e gestão das RESEX. As ameaças com a possível instalação de Usina Nuclear no sertão e Novo pólo portuário e industrial no litoral norte.Nesse sentido, convidamos a todos os pescadores e pescadoras a se inserirem nessa luta em defesa de nossos direitos.
Estaremos realizando um ato público no dia 22/11/2011,dia Nacional de Luta da Pesca Artesanal, com concentração na Av. Mauricio de Nassau (Av. Paralela a Caxangá) na Iputinga as 08h00min, Mais informações, entra em contato com: Gilmarcos 81 9212-5095, Linda 81 8839-7946, Maria das Neves 81 9717-4653, Severino (Bill) 81 9211-0439, 9972-6546
Olinda, 18 de novembro de 2011.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
III ENCONTRO NACIONAL DA REDE MANGUEMAR BRASIL
Nesse sentido, estaremos realizando no período de 28 a 30 de outubro do ano em curso o III Encontro Nacional da rede MangueMar, que finalizar com Assembléia Organizacional da rede, que contará com a representação de 15 estados (PA, MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL, PE,SE, BA, ES, RJ, SP e SC. O local escolhido para realização do encontro e a histórica cidade de OLINDA/PE, no Centro de Formação Recanto do Pescador (Av. gov. Carlos de Lima Cavalcanti, 4688, Casa Caiada, Olinda/PE.
PROGRAMAÇÃO
Dia 27 de outubro de 2011.
Chegada dos Participantes para o Jantar
Dia 28 de outubro
Manhã:
Painel (01)Analise de conjuntura: Os principais desafios para a sustentabilidade da Zona Costeira
Colaboradores: Dra. Beatrice Padovane Ferreira – Dep. De Oceanografia da UFPE;
Drº. Cristiano W.N. Ramalho – UFS
Painel (02) Gênero – Participação das pescadoras e dos pescadores – fortalecimento da participação das mulheres na rede.
Colaboradora: Profª. Fátima Mascena - Grupo NEGA (UFRPE)
Almoço
Tarde:
Resgate a Rede: Memorização dos 4 anos da rede e resgate e encaminhamentos do encontro de São Luis do Maranhão,
Repasse da atuação da rede por estado e reflexão sobre o papel político da rede frente aos novos desafios na zona costeira.
Noite:
Painel (03): Rio + 20 - Qual a contribuição e participação da rede MangueMar?
Colaboradores: Erika Almeida – Articulação Abrolhos/BA
Dia 29 de outubro
Manhã:
Painel (04) Unidades de Conservação: Avanços, Desafios e estratégias
Colaboradores: Erika Fernandes Pinto – Coordenadora Geral de Gestão Socioambiental (ICMBIO);
Kátia Barros – Coord. do Centro Nacional de Desenvolvimento Sustentado das Populações Tradicionais CNPT;
Carlos Pinto – Membro da Comissão Nacional de RESEX Marinhas;Debate
Almoço
Tarde:
Painel (05) : Participação do Brasil no Seminário Internacional sobre a Certificação da Carcinicultura .
(organização do Seminário, definição dos participantes entre outros encaminhamentos)
Noite Cultura – Apresentação do Maracatu do Centro Escola Mangue de Brasília Teimosa.
Dia 30 de outubro
Manha/Tarde:
Assembléia da rede MangueMar Brasil:
Definição de linhas prioritária.
Eleição da Secretária Executiva
Definição das representações institucionais (rede Manglar, comitês e comissões nacionais)
Comunicação interna e externa
Avaliação e Prestação de contas do encontro.
Apoio: CASA/CESE/CNPT
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Convite
A rede MangueMar Pernambuco, buscando contribuir com o processo de conservação e proteção da pesca na zona costeira de nosso estado, vimos convidar todos os integrantes para participar da reunião de discussão sobre:
Avaliação das ações enquanto rede no estado de Pernambuco;
Os processos para criação das Unidades de Conservação em Pernambuco;
Organização para o III Encontro da Rede MangueMar Brasil.
A nossa reunião será realizada no dia 04/10/2011, as 08h30min no Centro de Formação Recanto dos Pescadores – sito Av. gov. Carlos de Lima Cavalcanti, 4688 – Casa Caiada - Olinda.
Mais informações entra em contato com: Severino Antonio(Bill) fone: 9211-0439, e Alberto Santos, fone: 8741-4009.
Na certeza de contamos com a presença de todos, reiteramos nossos mais sinceros votos de estimas e considerações
Olinda/PE, 08 de setembro de 2011.
Severino Antonio dos Santos
Art. Adj. da rede MangueMar em Pernambuco
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Mangue perde áreas para o plantio de cana

De 1988 a 2006, o manguezal existente entre a Paraíba e Pernambuco perdeu 40 quilômetros quadrados de áreas, o que equivale a uma redução de 35,32%. Na Mata Atlântica foram 152 quilômetros quadrados (52,35%). No mesmo período, as áreas cultivadas com cana-de-açúcar aumentaram em 18,48% e os espaços urbano-industriais em 49,05%. Esse é o resultado do estudo divulgado, ontem, pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).
O Pesquisador e coordenador de Meio Ambiente da Fundaj, Neison Freire, explicou que o trabalho foi realizado através da comparação de imagens de satélites dos seis municípios estudados: Goiana, Ilha de Itamaracá, Itapissuma, Igarassu (Pernambuco) e Pitimbu e Caaporã (Paraíba). “Fizemos um retrato das regiões e temos evidencias irrefutáveis da degradação dessas áreas ao longo de quase 20 anos”, afirmou o pesquisador.
Além das questões ambientais, o estudo também revela as mazelas sociais causadas pela devastação dos biomas. “As áreas são grandes berçários para diversas espécies de animais e servem como reserva protéica para as populações ribeirinhas, que vivem da pesca e da extração dos mariscos”, explicou Neison Freire.
A Pesquisa completa será divulgada no final do ano, mas o estudo preliminar será encaminhado às prefeituras dos municípios devastados e ao governo do Estado. O Ministério do Meio Ambiente também receberá uma cópia do material.
Fonte: Jornal do Commercio 08/07/2011.

